segunda-feira, 23 de agosto de 2010

TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO


Pessoal, boa tarde!
Conforme combinamos estou postando a atividade que realizamos hoje e parte do texto base da nossa aula no laboratório de informática, onde utilizamos o excel na construçao de tabelas e gráficos. Seria bom que vocês refizessem as atividades da aula em casa para verificar se entenderam.
Qualquer dúvida, poste nos comentários. Em seguida tem algumas alterações e conclusões que chegamos em todas as turmas.

3ª aula no laboratório de informática ago/2010

Conteúdo: tratamento da informação

Prof.ª Carla Afonso

Como analisar de forma simples um grande
número de dados?

A Estatística ou Tratamento da informação é um eixo da Matemática que estuda os fenômenos do acaso, agrupando, classificando e ordenando experiências e observações sobre as manifestações de um fenômeno para extrair suas conseqüências. A Estatística tem seu desenvolvimento marcado pelas mais recentes descobertas científicas, como a Teoria da Relatividade, do físico Albert Einstein, e a Física Quântica. Além disso, tem-se configurado como um importante instrumento de apoio para variados campos do conhecimento, como os da Psicologia, da Economia, da Sociologia e da Medicina.

1. Estatística descritiva
O estudo estatístico não é feito tendo como referência uma única pessoa ou um fato isolado, e sim um conjunto de elementos. Esse conjunto é chamado de coletivo ou de população.

Se o coletivo ou população é formado por muitos elementos, usa-se uma amostra muito seletiva que seja representativa do total. Cada elemento desse coletivo é chamado de indivíduo ou unidade estatística.

Chamamos variável estatística uma característica da população. Ela pode ser quantitativa ou qualitativa, caso seja ou não numérica.

As pesquisas realizadas para estudar nível de instrução, religião ou preferência musical são exemplos de variáveis qualitativas.

Já as pesquisas que envolvem estatura, número de habitantes e idade são exemplos de variáveis quantitativas.

2. Freqüências absolutas
Para obter uma informação clara e precisa de uma série de dados estatísticos numéricos, devemos primeiro ordená-los. A essa ordenação chamamos de rol.

Exemplo:

Perguntamos, numa classe de 40 alunos, as notas que eles obtiveram em uma prova de Matemática. Recebemos como resposta as notas do quadro ao lado.

4, 5, 1, 6, 8, 5, 6, 5, 7, 1,

4, 6, 9, 6, 7, 5, 4, 2, 5, 4,

6, 5, 6, 4, 5, 6, 6, 3, 4, 8,

5, 6, 4, 5, 7, 4, 6, 5, 10, 6

O conjunto das notas obtidas na prova de Matemática é o que chamamos de dados estatísticos numéricos.

A partir dessas informações vocês construíram uma tabela e gráficos. Refaçam lembrando que é necessário fazer uma coluna com os pontos de toda a turma para poder fazer a média da turma em pontos.

Bom trabalho!!!!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

SOMA DOS ÂNGULOS INTERNOS DE UM POLÍGONO QUALQUER



Pessoal, segue a imagem do que discutimos na aula de geometria desenhado no geogebra para vocês arquivarem. Lembrem-se que esse programa é livre e uma ferramenta de desenho geométrico que pode ser utilizada por vocês em casa para se apropriarem dos conceitos discutidos em aula. Experimentem, pois vocês já aprenderam utilizá-lo nas aulas de matemática!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O ALFABETO GREGO E A MATEMÁTICA

As letras do alfabeto grego foram utilizadas para representar medidas relacionadas a conceitos matemáticos.

O pi é a 16ª letra do alfabeto grego e corresponde ao som fonético p no alfabeto latino. Ele é, também, a inicial da palavra grega periphéreia, que significa circunferência. Por isso passou a ser usado para designar a divisão (razão) entre o valor da circunferência de um círculo e o seu diâmetro (o comprimento da reta que atravessa o seu centro). Se pegarmos vários objetos circulares (moedas, botões, pratos), medirmos com uma corda o tamanho da sua circunferência e dividirmos pelo diâmetro do objeto, sempre vamos obter um número bastante próximo a 3,14159. O matemático Arquimedes (cerca de 280 a. C. - a cerca de 211 a. C.), foi o primeiro a estabelecer o valor do pi. O que ele não conseguiu descobrir é que era um número irracional, ou seja, tem um número indefinido de casas decimais (sabe-se hoje que ultrapassam as 2 000). Quem descobriu isso foi o cientista alemão Johann Heinrich Lambert, em 1766.